quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Um inimaginável Mundo sem o computador

   Fico a imaginar como seria um mundo sem o computador! Como seria o dia-a-dia das pessoas sem essa máquina poderosa? Mas o Mundo já viveu um bom tempo sem essa máquina da forma que conhecemos hoje.
 Tudo se daria nos papéis, eles seriam supremos no funcionamento da oficialidade da sociedade, se em nossos dias o Mundo ainda é dos papeis, imaginem sem o computador?! A burocracia seria múltipla aos dias de hoje, ainda mais levando em considerações o crescimento populacional. Até mesmo o crescimento econômico estaria travado, deixando muitos de fora do mercado formal do trabalho, no entanto, em contrapartida, seria necessário uma grande mão-de-obra a executar tarefas de computações e manuseio de arquivos.
   Não tenho como listar como tudo seria sem o computador, mas com certeza as nossas vidas estariam mais ocupadas em virtude de realizarmos tarefas 'manualmente' mais burocráticas, demoradas e penosas. Tempo esse que podemos usar hoje para nos darmos ao luxo de um 'lazer' em frente às nossas queridas máquinas.

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Cheques X Cartões


 Alguns podem até me achar louco, mas, se existe um meio de pagamento que estou dando preferência agora, esse meio é o cheque. O motivo, vou explicar: é um meio de difícil aceitação no comércio e como tenho de me equilibrar financeiramente (já que sou compulsivo) e como há uma série de imposições no comércio à aceitação deste, assim consigo me equilibrar um pouco. Sem contar também as vantagens de se pagar com o famoso pré-datado, ou pós-datado, uma vez que não pagamos juros de parcelamento nem a anuidade dos cartões de crédito. E por ser uma moeda fiduciária de risco, dados aos enormes transtornos gerados pela sua devolução, tenho em meu consciente o uso mais racional possível para evitar tais transtornos. É chato ter de preenchê-los, apresentar uma infinidade de documentos, mas assim, muitos como eu conseguem se equilibrar nas contas, pois, nos faz pensar duas vezes antes de sair gastando com facilidade.
  Os cartões de débito são muito bons, a coisa mais fácil para se pagar. E por ser tão fácil assim e tão bem aceito sem restrições, parece que gastamos mais, pelo menos é o meu caso. Por isso vou continuar usando meus cheques, de duas instituições financeiras diferentes, já que os cartões de débito apesar de serem muito melhores para pagar, me dão prejuízo. Agora, cartão de crédito nem pensar! Já me ferrei com eles; são mesmo uma navalha! Eles me dão um xeque-mate!!!

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

As pirâmides e os pirados

Pirâmide Alienígena
  Algumas pessoas parecem ter o péssimo hábito de ainda procurar uma explicação sobrenatural para aquilo que elas não compreendem através da lógica, do estudo ou das observações racionais. Igual aos vikings que acreditava ser o trovão o seu deus thor em ação; e nesse contexto se insere variadas crenças que foram aceitas como verdadeiras antes do avanço científico. Mas parece que até aos dias de hoje ainda é assim...
   As pirâmides do antigo Egito, dos Astecas, maias, etc. sem nenhuma sombra de dúvidas despertam a curiosidade e fascínio de muitas pessoas. Mas nem sempre todos compartilham de uma opinião mais racional ou  mais provável. Existem muitos que estão habituados a crer no lendário ficcional, uma crendice, ou pelo simples fato de querer provar que esses povos antigos (dotados de algum conhecimento para tal empreendimento) foram ajudados por alienígenas, raças superiores do universo, para edificarem essas maravilhas que contemplamos nos dias de hoje. Isso é um tanto ultrajante, levando-se em consideração que os egípcios tinham grandes conhecimentos de matemática; tinham a noção de 'pi' (π) e um grande número de escravos, que bem alimentados com proteínas (carne) garantiam ótimos resultados nessas construções, pelos padrões da época, é claro. Os povos pré-colombianos também tinham muitos métodos para alcançarem resultados satisfatórios em seus empreendimentos. Portanto, não há mistérios nessas construções, mesmo que as crenças desses povos se baseasse nos mistérios da espiritualidade com a matéria.
   Ora, se fosse auxiliados por raças mais evoluídas do espaço, capazes de viajar a grandes distâncias dentro do cosmos, não teriam construído pirâmides e sim torres, arranha-céus como os de hoje em dia, visto que essa característica é de uma tecnologia mais avançada. As pirâmides por sua vez são construções mais 'fáceis' para uma técnica não muito desenvolvida, já que começam com uma base maior até a parte mais alta e mais estreita, portanto. Crer que os seres humanos foram ajudados por extraterrestres é um insulto a capacidade intelectual da raça humana, como se os antigos fossem incapazes e ainda trogloditas; e tudo é uma questão de aprendizado, só temos conhecimentos mais amplos hoje em dia por que houve aqueles que resolveram investigar os fenômenos e agregarem mais conhecimentos a cada geração até chegar à nossa.

Burj Dubai - O maior edifício do Mundo
     Refletindo um pouco mais, como seria no futuro se algumas pessoas ainda insistissem nessas "receitas" para explicar aquilo que não compreendem? Porventura se deparariam com o Burj Dubai ou qualquer outra obra grandiosa de nossas mãos concluindo que estamos sendo ajudados por E.Ts? Só se forem muito loucos!


domingo, 16 de setembro de 2012

O Camarada Lulinha e seu amiguinho Ahmadinejad

    Está aí uma questão meio embaraçosa para quem é esquerdopata, ops! quero dizer: esquerdista! Para começar, vamos ao início: quem já teve contato com algum material marxista já deve saber que aquele velho barbudo viciado em haxixe que não tinha compromisso com nada, odiava a religião, sobretudo, todas as vertentes do cristianismo, e isso influi em todas as esferas do socialismo (pelo menos em tese, o que leva em conta a seguir, veremos algo nada imparcial). Dizem que a religião aliena e tal, pode até ser, mas o que aliena é o fanatismo, não somente o religioso.
    Mas como nem tudo é perfeito e o socialismo/marxismo/comunismo se esbanja fartamente nas imperfeições, pasmem!, eles apoiam o tirano fanático do Irã, o nazista muçulmano que é ahmadinejad. É, esse mesmo que culpou as mulheres por frequentes terremotos naquele país, condena os homossexuais à morte, e olha que os partidos de esquerda que apoiam esses muçulmanos vivem proclamando a favor da homo-afetividade. Ora, não é essa gente que vive baforando fogo contra a religião? Contra o fanatismo alienante? E como então apoiam terroristas islâmicos que querem fazer uma sharia no Mundo? Um tanto contraditório, para quem fica excitado só de ler aquela famosa frase de Marx: "a religião é o ópio do povo!" (E o socialismo é o ópio dos vagabundos).
    Isso se explica partindo do pressuposto que os esquerdistas amam o terrorismo como forma de intimidação e imposição de suas regras, eles odeiam o cristianismo, a democracia, a liberdade... tudo aquilo que levamos séculos para conquistar neste mundo ocidental. Por isso se aliaram aos terroristas muçulmanos, têm muito em comum. Muitos ideólogos de esquerda até são ateus, mas vivem lambendo botas desses fanáticos do oriente, contraditório, mas é fácil de se explicar: eles querem o fim da sociedade tal como conhecemos e investem nesse terrorismo fanático. E como se verifica, nem só a religião pode ter seus fanáticos. dentro do esquerdismo há muitos que pontificam que só a esquerda pode garantir o bem-estar social.

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Saudades da Monarquia

Extraído da Folha de Lavras


Saudades da Monarchia... 
Folha de Lavras. Lavras, Ano XXI, n. 919, 13 set. 1914

Saudades da Monarchia...

Republica é, não ha negar, o regimen de governo idéal para os povos fortes e Moraes, cujo gráu de civilização coincida com uma índole ordeira e intelligente, talcomo se dá com a Repubica dos Estados Unidos da America do Norte, o unico governo republicano organisado e forte no mundo.

Todavia ou por isso mesmo, é o systema de governar mais nocivo que ha, para os povos semi-civilisados e ordinariamente turbulentos e inconscientes, tornando-se muita vez, caminho do anniquillamento... mórmente, quando esse frenetico delyrio de republicas frebicita os povos de origem latina. Lancemos um olhar por sobre o horisonte do mundo, e só encontraremos uma Republica de verdade: forte, sensata e progressista, – a patria yankee. As outras pseudo-republicas nada mais seriam que desopilantes vaudevilles, si a injustiça e a dissolução que dellas decorrem não ferissem a civilisação e não escamoteassem do Direito. A América, então, é exhuberante na comprovação do que acabo de afirmar; cada republica sul-americana é um verdadeiro pandemonio, onde o interesse egoistico dos potentados é a lei e a mora é o dinheiro. No nosso paiz, por exemplo, nada mais exquisito que a nossa tão decantada democracia... de prestidigitação. Aqui, o povo soberano jámais deixou de ser humillimo lacaio, não de S. M., mas de Sª. Exª. Enquanto o thesouro publico é fonte inexgotavel de ventura para o sangue azul dos aristocraticos delegados do povo, seus parentes e amigos, o povo soberano, de fome devorando as unhas, dórme o seu pesado somno da ignorancia no morno ambiente de sua inconsciente pusillunimidade.

Povo, sem raça, provindo de origens assás duvidosas... necessitando, como nenhum outro, de hygiene e educação, aqui nasce já ferreteado pela syphilis e outras táras, congenitamente degenerado, e cresce á revelia, com essa propensão para a ociosidade, o crime e immoralidade, proprias dos phisicos corrompidos, formando, assim, essa grande cohorte de cambaleantes enfermos, sem idéas fortes, sem moral energica. Dahi o marasmo do nosso meio, atormentado por tantos elementos de decomposição, e desleixado e esquecido pelos nossos estadistas, que, ou não têm noção do que é dirigir um povo ou, tendo-a, não n’a querem praticar!... Abandonado, ignorado e ráde, o povo permanece eternamente atolado ou no fanatismo idolatra ou na sensualidade bestial do materialismo inculto e viciado.

A justiça, outrora digna e magestosa, prescindio da facha da imparcialidade, para poder brandir com equidade a espada da Lei no terreno do Direito... e hoje, olhos dilatados e phisionomia congesta, escudeia os criminosos eminentes, e, aguçado punhal em punho, fére no peito o desgraçado povo... soberano na triste resignação de ser tratado como um vil leproso! – Mencionar todos os erros da falsidade do nosso actual regimen é tarefa assás sediça; são as decorrencias da anarchia, da immoralidade, do materialismo inculto, do predominio do dinheiro... onde todos mandam e nenhum é responsavel!...

Feudaes e vassallos... pobre Brazil! Dahi o murmurio do povo: – “Que saudades da Monarchia!”

B.H., 1—9—914.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Quando a ditadura cai no ridículo - Jornal O Movimento de julho de 1976

 No auge do período ditatorial, a censura fazia os jornais da imprensa alternativa dançarem miudinho. Só para dar um exemplo: a edição n° 45 do jornal O Movimento, de maio de 1976, teve vetadas pela censura 283 das 305 laudas da matéria; 58 das 69 fotos também foram vetadas, assim como seis dos treze desenhos previstos.
  Um massacre. Mas a imprensa da resistência não era presa fácil*. Insistia, denunciava, ia criando uma situação insustentável para a censura. E às vezes até conseguia inverter a música e era a censura que acabava dançando. Em julho de 1976, Movimento publicou um artigo especial sobre a história da Revolução Americana, quando os Estador Unidos comemoravam duzentos anos da independência. Foi um trabalho grande, que ocupou duas páginas do jornal, apesar de parcialmente censurado. Fazia parte da matéria um boxe com a declaração de Independência dos USA.
  A Declaração, como todo mundo sabe, é um belo texto de cunho democrático, um convite a que os povos tomem seus destinos em suas próprias mãos. E tem aquela passagem famosa: "Mas quando uma longa série de abusos e usurpações perseguindo invariavelmente o mesmo objeto indica o desígnio de reduzi-los (os homens) ao despotismo absoluto, assiste-lhes o direito, bem como o dever, de abolir tais governos e instituir novos governos..."
  Os censores entraram em pânico. Esse conceito subversivo não podia ser publicado. Mas como censurar parte de um texto histórico, ainda mais dos Estados Unidos? Depois de muita consulta aos níveis superiores (dizem que a questão chegou até ao ministro da Justiça da época, Armando Falcão), a decisão foi a censura total do texto.
  Como sempre fazia, a direção do jornal enviou aos principais jornais do país e às agências internacionais de notícias um ofício relatando o ocorrido. Foi um escândalo. Toda a grande imprensa noticiou a censura feita e,  ainda mais, publicou a declaração. O Estado de São Paulo de 11/07/1976 fez um editorial. Também no exterior a repercussão foi grande. O New York Times comentou. Paulo Francis, correspondente da Folha de S. Paulo nos USA, ouviu personalidades. O escritor Gore Vidal disse: "O governo brasileiro deve respeitar muito o povo. Nossa Declaração de Independência é altamente subversiva". O senador Frank Church comentou: "Dada a situação do Brasil, é perfeitamente compreensível a censura imposta pelo governo de Brasília, muito á caráter, eu diria".
  Durante semanas prosseguiu a gozação sobre o regime dos generais brasileiros. O pequeno e bravo Movimento havia posto a ditadura em ridículo.

*Contrapondo-se à imprensa leal e domesticadora das massas da época que sobrevive até aos dias de hoje.



                                                                Azevedo, Carlos. Retrato do Brasil, Volume II. São Paulo
                                                                                                              Ed. Política, 1984, pg. 468


quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Divisão do Pará: Mais uma sandice da republiqueta das Bananas!


É mais uma prova que a república fracassou; agora temos que aguentar as partilhas políticas de regiões desse imenso país para que se criem mais cargos de governadores e mais funcionalismo público para o povo sustentar. É a criação de um novo sultanato ante aos já existentes, como por exemplo o maranhão e seu Sultão Sarney I, que também representa o amapá. Como não há competência da outra "nobreza" se apoderar dos sultanatos já existentes, então resolve-se dividi-los para que todos fiquem "felizes e contentes" nessa ré-pública de bananas. E olhem que esses aristocratas republicanos ainda costumam culpar o Império do Brasil pelos problemas de hoje, que os próprios republicanos causaram nesses 122 anos de desídia. 

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